quinta-feira, junho 03, 2010

O DIA DE CORPUS CHRISTI

Não foram as palavras “pão” nem “corpo” que deram origem ao nome que lembra a ceia do Senhor. Foi a palavra “agradecer”. 

O DIA DE CORPUS CHRISTI
 de Dennis Downing


O dia de Corpus Christi, que no latim significa "corpo de Cristo", é marcado para lembrar a ordenança da eucaristia, que é a realização da santa ceia, ou ceia do Senhor. A santa ceia foi ordenada por Jesus de acordo com o Evangelho de Lucas 22:19-20, onde diz "E, tomando um pão, tendo dado graças, o partiu e lhes deu, dizendo: 'Isto é o meu corpo oferecido por vós; fazei isto em memória de mim.
Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este é o cálice da nova aliança no meu sangue derramado em favor de vós'."

No Evangelho nunca é ordenado que este dia seja guardado anualmente.
Segundo a tradição, a data é comemorada numa quinta-feira por este ser o dia da semana em que, provavelmente, Jesus tomou a ceia com seus discípulos. Certamente, há quem questione a atenção dada à comemoração, devido à sua base em tradições extra-bíblicas. Mas, será que não podemos olhar por um momento além dos conflitos e diferenças que tanto dividem aqueles que querem seguir a Jesus? Vale lembrar o sacrifício do Senhor e a instituição da Santa Ceia, algo que foi dado justamente para lembrar o que Jesus fez por nós. Foi Jesus mesmo que disse "fazei isto em memória de mim". Vamos refletir sobre o que é que devemos lembrar.

A palavra “graças”, na frase "deu graças, partiu-o e deu aos discípulos..." traduz a palvra grega “eucaristeo” de onde vêm palavras como “eucaristia” e “caridade”. Não foram as palavras “pão” nem “corpo” que deram origem ao nome que lembra a ceia do Senhor. Foi
a palavra “agradecer”. Jesus deu graças pelo pão que simbolizava seu corpo que ainda seria crucificado. Ele deu graças pela oportunidade de ser usado por Deus. E, ao fazer isso, ele estava dando graças pelo sofrimento que ele teria que aguentar.

É preciso lembrar que nessa hora Jesus ainda tinha seu corpo. Ele ainda podia desistir. Ele sabia claramente e em detalhes tudo que estava prestes a sofrer. Mesmo assim, ele não só escolheu dar sua vida como sacrifício - mas ele deu graças a Deus pela oportunidade.
Já pensou em agradecer a Deus pela oportunidade de sofrer?

Foi isso que Jesus fez. Ele deu graças. Ele deu sua vida. Eucaristia.
Caridade. E dois mil anos depois, nosso vocabulário continua sendo impactado pelos atos e palavras de Jesus. Vale a pena lembrá-Lo, suas palavras e tudo que ele fez por nós. Vale a pena lembrar o corpo de Cristo dado por nós, o Corpus Christi. Lembre disso na próxima vez que você tomar a ceia. Lembre quem lhe deu esta graça. E agradeça a Ele.

Naquela noite, depois de tomar o pão, Jesus tomou o cálice e disse "Este cálice é a nova aliança no meu sangue, derramado em favor de vocês". (Lucas 22:20) Quando Ele disse “em favor de vocês”, seu nome estava incluído nas últimas cinco letras daquela frase. Palavras
faladas dois mil anos atrás foram dirigidas a você!

Hoje, você ainda está livre para resistir, negar, rejeitar. Muitos o fizeram, e Jesus garantiu a liberdade de cada um para fazer exatamente esta escolha. Mas um dia eles se arrependerão. E não será só por causa do sofrimento eterno. Será mais ainda por causa do
grande amor que desperdiçaram. Quando você olhar para Jesus lembre-se do Seu grande amor. Lembre-se que um dia Jesus lembrou de você e lhe enviou um recado. Ouça o que ele está dizendo. Lembre-se dEle.

Esta meditação vem de "Jesus disse", um devocional diário que segue em sequência as palavras de Jesus.

quarta-feira, junho 02, 2010

Participe do protesto na Marcha Pra Jesus: O $how tem que parar!

Participe do protesto na Marcha Pra Jesus: O $how tem que parar!


Olá Pessoal,
por: Leonardo Gonçalves
Amanhã, dia 3 de junho, será realizada a "Marcha para Jesus 2010", evento que ocorre anualmente e reúne milhões de evangélicos de várias denominações. Sempre presidido pelo pessoal da Renascer, o evento muito pouco difere das grandes procissões católicas, como Círio de Nazaré e festa na Basílica de Nossa Senhora Aparecida. Por reunir diversas vertentes do cristianismo evangélico, o lugar é estratégico para protestar e apregoar verdades esquecidas.

Pois então galera; quero fazer o convite àqueles que estão cansados de tanta mediocridade e que desejam fazer a diferença apregoando um retorno ao evangelho de Jesus, bem como protestar contra o comercio de bênçãos promovidos pelas IURDs da vida, bem como as heresias apostólicas de Estevam, Sônia e Cia:

A Vera Siqueira, do blog Uma Estrangeira no Mundo, estará lá na Marcha junto com alguns colegas subversivos, e quem quiser protestar com a gente, o local de reunião será o mesmo do ano passado, na saída do metrô Tiradentes, às 9:30h horas. Para que ninguém se perca, os nossos amigos vestirão camisetas pretas.

O celular da Vera é (11)8267-5929, e o do Paulo é (11) 8267-6629. Se estiver perdido(a), é só ligar que eles “resgatam”.

Se puder, faça também uma faixa conclamando à volta do Evangelho puro e simples. Sem ataques a denominações, líderes, etc, apenas exortação para a volta aos puros ensinos de Cristo. Quanto mais faixas, melhor.



Protesto na Marcha 2009:

No ano passado, um grupo de irmaos se reuniu e promoveu um protesto silencioso durante a Marcha. Com camisetas estilizadas, os manifestantes exibiam o slogan: "Voltemos ao Evangelho Puro e Simples: O $how tem que Parar!". Mal compreendidos por alguns, aplaudidos por outros, o resultado você pode conferir no vídeo à seguir, intitulado "Duas Marchas":


Fonte: Pulpíto Cristão

1ª Revista Gay Árabe lançada 'às escondidas'

 
Imagem do site mithly.net

1ª Revista Gay Árabe lançada 'às escondidas'

A primeira revista gay em árabe, Mithly, lançada em abril deste ano no Marrocos, vem causando polêmica nos jornais locais, silêncio do governo do país de maioria mulçumana e repercussão na mídia internacional
Por Carlos Lima

"Mithly" não é uma revista como as outras, mas não porque deve ser lida da direita para a esquerda. Lançada em abril, é a primeira revista gay a circular em árabe num país de maioria muçulmana, o Marrocos. O pioneirismo conseguiu uma divulgação inédita para a causa, mas vem causando polêmica nos jornais locais e o silêncio do governo do rei Mohammed 6º. No país, "atos licenciosos ou contra a natureza cometidos com indivíduos do mesmo sexo" podem ser punidos com prisão de seis meses a três anos, além de eventuais multas.

O site da revista (mithly.net), em árabe, já atingiu, desde sua criação, mais de 1 milhão de visitantes únicos, segundo Samir Bergachi, redator-chefe da "Mithly". Mas o fenômeno mesmo é que os 200 exemplares impressos em Madri e distribuídos em Rabat, a capital marroquina, de mão em mão, gratuitamente, na mais rigorosa clandestinidade, viraram notícia na Europa e nos EUA. O impacto do papel e de ser escrito em árabe clássico deu destaque internacional à revista, que deixou de ser uma rede de militância na internet para se tornar um instrumento de ação política inédito no mundo islâmico.





IGUAL A MIM

Para batizar a revista, foi necessário também sustentar o uso de um termo novo. "Homossexual" não tem equivalente em árabe, a não ser os pejorativos "zamel" (efeminado) ou "chaddh" (perverso). "Mithly" -- em tradução literal, "igual a mim" -- ganhou o que os especialistas chamam de "nova carga semântica", quando um sufixo ("y") amplia o significado de uma palavra já existente ("mithl", igual).

A publicação é iniciativa da associação Kif Kif, legalizada em 2005 na Espanha. Mais do que uma rede de contatos entre compatriotas gays de Madri, Paris, Roma e Montréal, os fundadores, todos marroquinos expatriados, pretendiam interferir na vida do país que deixaram para trás. A sede da organização em Rabat tem três mil inscritos, segundo seus líderes. A identidade dos associados permanece escondida; a Kif Kif nem sequer é legalizada no país. "O governo não responde nossas cartas", diz Bergachi, estudante de jornalismo da Universidade Complutense de Madri. "O que temos é o silêncio."

Escritórios fora do Marrocos, com 50 a 60 militantes em média, captam pequenas doações que, sozinhas, mantêm o site, a consultoria legal e, mais recentemente, a revista "Mithly".

ELTON JOHN

Num projeto gráfico simples e com apenas 20 páginas, a revista não faz provocações nem procura atrair leitores com consumismo, pornografia ou "nus artísticos". Engajado, o primeiro número traz um artigo sobre o Dia Internacioial da Mulher, testemunhos de homossexuais que "saíram do armário", repercute as manifestações públicas contra o show do cantor britânico Elton John no festival Mawazine, em Rabat, e traz um conto do escritor Abdellah Taïa.

O marroquino Taïa, 36, vive autoexilado em Paris há dez anos. Por escrever em francês, alcançou boa projeção no circuito literário internacional: publicou três romances por uma das grifes do livro francês, a editora Seuil. Participa de festivais literários internacionais, como o Beiruth 39 (com 39 autores de menos de 39 anos, selecionados pela Unesco), e o mais famoso de todos, o de Hay-on-Wye, no Reino Unido (que começou no dia 27). Os romances de Taïa são todos autobiográficos, ficção misturada às memórias de sua vida na pequena cidade de Salem. Até mesmo no Marrocos, onde a Unesco registra 50% de analfabetismo, os livros de Taïa vendem bem: segundo ele, "Le Rouge du Tarbouche" ["O vermelho do turbante"] vendeu 15 mil exemplares. Como ele diz, é "muito, muitíssimo". Dificilmente os escritores brasileiros com sua idade e projeção atingem esse resultado.

O TEMPO DA VERGONHA

Taïa é um ícone gay no Marrocos desde que, em 2007, foi capa da revista semanal de informação "Tel Quel", editada em francês. Com tiragem de 20 mil exemplares -- apenas 100 vezes a da "Mithly" --, é a mais progressista do país e acaba de ganhar uma irmã em árabe. Além de expor-se numa entrevista, Taïa publicou o texto "A homossexualidade explicada à minha mãe".

E por quê? "Porque nós, homossexuais, estamos emprestando a voz a uma sociedade que está presa no silêncio de uma ditadura." A situação é parecida nos outros países da África do Norte. Na Argélia, "todos os culpados de atos homossexuais são punidos com dois meses a dois anos de prisão" (artigo 338 do Código Penal), além de multa. Na Tunísia, o artigo 230 do Código Penal prevê prisão de até três anos por "sodomia consentida entre adultos". Como em inúmeros outros exemplos ao redor do mundo, os gays marroquinos são os primeiros a reagir à repressão moral -- que eles também foram os primeiros a sofrer.

EFEBOS E CORTESÃS

Embora escorada na tradição, a atual cultura repressiva nos países muçulmanos é um dado cultural relativamente novo, associado à recente islamização política. Abdellah Taïa cita o poeta árabe Abu Nuwas (756-814), que escrevia cânticos de amor aos rapazes. "É um clássico, e ainda é estudado nas escolas públicas", diz ele. "Todos sabem que era homossexual."

O mesmo acontece com Al-Jahiz (781-869), que escreveu um livro sobre "efebos e cortesãs", "um diálogo entre homens que amam mulheres e homens que amam homens". Nas "Mil e Uma Noites" (os manuscritos datam dos séculos 9º ao 18), não faltam histórias que narram, metaforicamente, relações de amor sensual entre pessoas do mesmo sexo. Não se trata de querer ver uma linhagem gay na tradição literária árabe. Segundo Mamede Mustafa Jarouche, 47, que assina a mais recente tradução brasileira do "Livro das Mil e Uma Noites" (Editora Globo) e dá aulas de árabe na USP, "nos tratados eróticos clássicos, e em boa parte da narrativa literária, não há exatamente uma visão essencialista sobre a escolha do parceiro". Jarouche, que morou no Cairo, conta que, em 2000, uma editora do governo egípcio teve a gráfica invadida por fundamentalistas que rasgaram livros de Abu Nuwas, que viveu, vale repetir, no século 8. E em 2001, na feira do livro do Cairo, houve uma tentativa de censurar a tradução árabe de "A sexualidade no Islã" (1975), do tunisiano Abdelwahab Bouhdiba, publicado no Brasil pela editora Globo.

SE PECOU, NÃO DIVULGUE

Para a comunidade islâmica do Brasil, a tentativa de moralizar a literatura é uma volta aos "critérios claros" da religião. Um de seus líderes, o xeque Jihad Hassan Hammadeh, 44, diz que não há margem para dúvida na interpretação da lei corânica. "Homossexualidade é proibida, é pecado."

Nascido na Síria e vivendo em São Paulo desde 1991, o xeque não comenta os casos que ocorrem na comunidade islâmica que dirige. Mas não deixa de ser um tanto brasileira a solução que propõe: para ele, a religião dá ao crente a possibilidade de não divulgar seu pecado, para que haja espaço para voltar atrás. Assim, o acerto de contas acontecerá entre o fiel e Deus. "Se pecou, não divulgue."

COLONIALISMO MILITANTE

Os marroquinos da "Mithly" estão divulgando, e além da repressão do Estado, recebem objeções intelectuais: publicar uma revista gay poderia ser um programa elitista e ocidental.

Paulo Hilu Pinto, 42, antropólogo da Universidade Federal Fluminense (UFF), especialista na Síria contemporânea, enxerga o risco de "colonialismo militante" que pode haver na iniciativa. "O movimento gay organizado é libertador para quem?", questiona. "Um morador da periferia, que faz sexo com parceiros do mesmo sexo, pode nunca ter se enxergado assim." Hilu Pinto acredita que, com a moral religiosa, o gay pobre acaba se vendo como pecador. Os editores da "Mithly", de fato, pertencem a uma elite intelectual que mora e estuda na Europa. Os escassos 200 exemplares que circularam na capital marroquina não deixam de ser um sinal de elitismo, embora a íntegra da revista esteja disponível (e de graça) na internet. Mas não importa a tiragem: a mera existência da revista já é um respiro no abafado ambiente cultural do Marrocos.

INTEGRAR

O sociólogo marroquino Mohammed Mezziane, 47, afirma que a "Mithly" não propõe uma ruptura com o Estado ou com a religião. Pelo contrário, seu objetivo é integrar o discurso homossexual na vida do país. Cautelosos, os editores da revista ainda não reivindicam os temas da pauta ocidental, como o casamento gay ou as pensões e planos de saúde para parceiros do mesmo sexo.

O número 2 da "Mithly" sairá nesta terça, 1º/6, apenas na internet, com reportagem sobre o alto índice de suicídio entre os homossexuais. O terceiro número está prometido para o papel: julho é o mês do orgulho gay, e também é o aniversário de cinco anos da associação Kif Kif. Os editores preparam uma reportagem sobre o lesbianismo no mundo árabe, história ainda mais escondida. Samir Bergachi, o redator-chefe, diz que quando os tradicionalistas querem mostrar os riscos da descriminalização da homossexualidade no Marrocos, exibem imagens do Carnaval carioca.

A associação Kif Kif, segundo Bergachi, foi convidada para participar do congresso internacional de direitos LGBT, em 2011, no Rio de Janeiro. "Finalmente vou conhecer o Rio", comemora.



Com informações da Folha Online / Portal Imprensa
Impercepção Social Numa Era Pós Moderna.


“Impercepção Social”. Essa palavra nem existe em nossa língua portuguesa, aliás, esse é um título ultra-idealizado e complexo demais para o assunto, que na verdade é algo simples, mas incompreendido no âmbito religioso. Talvez devido tantas complicações da igreja pós-moderna.

O próprio termo “igreja”, por exemplo, tentamos reduzir a um lugar, isso tem expressado medíocres significados como somente um local de diversas atividades, onde pensamos literalmente pra dentro; templos que precisam ser belos, confortáveis, traduzindo um super contraste da igreja primitiva que humildemente ostentava suas singelas capelas com torres e sinos; mais conveniência, trazida dos shoppings, das compras, da publicidade; nossa era mediatizada, cercada de centros urbanos; nossos produtos acompanhados de status, que vendem, agregados de nosso padrão de comportamento das vitrines dos filmes, das novelas, através das marcas, do estilo de vida das grandes metrópoles, modelos, padrões, etc. Tudo bastante esteticamente atrativo. Mas e nosso compromisso com a igreja essência?

Eu poderia apontar dados estatísticos do crescimento da igreja. Mas como mensuraríamos quanto à igreja cresceu? A Santa e Imaculada?

Eu vejo que temos hoje somente a manutenção das grandes estruturas organizacionais, chamadas denominações evangélicas, a qualquer custo. É até engraçado dizer assim porque a bíblia trata a alma como algo de valor incalculável, mas algo tão valioso tem sido o preço, vidas e vidas que ficam a beira dessa estrada que decidimos trilhar, na mídia, com templos enormes, estruturas macroeconômicas, projetos gigantescos, sistemas e gestões superempreendedoras.
Pergunto-me, somos mesmo a extensão do Cristo sentado na fogueira com seus discípulos? Não sou contra o crescimento das instituições, com certeza não, sou a favor de mais templos e menos bares, mais qual a viabilidade social dessas estruturas, ou melhor, de nossas administrações desses templos? Daí que vem a “imperceção” pra intitular meu texto, vivemos a igreja imperceptível em uma sociedade que também não é percebida na igreja instituição. Redundante? Mas assim tem girado nossa atual roda gigante.

Cuidar do órfão, da viúva, o “Ide” a começar por nossa família... Pensando globalmente e agido localmente, onde você está? Com certeza por efeito de logística e viabilidade Deus te colocou aí.

Evangelizar sempre como orienta-nos Francisco de Assis, é a missão integral, local, vital, nossa, nós.

Há um contraste nessa missão. Existe uma antítese quando ela começa dentro de nós. Nós? Nós, que pretendíamos apenas colaborar financeiramente, daí percebemos que ela está dentro de tudo que somos e do ambiente no qual habitamos. Descobrimos que envolve amigos, família, nossa carreira profissional, nossos estudos, nossa cidade, nosso ambiente social, o copo de água que tomamos de manhã, o planeta como um todo. É espantoso quando a percebemos tão perto, quando podemos quase tocá-la, que nos identificamos com a igreja primitiva onde tudo era comum, permanecíamos juntos, enxergávamos o próximo na perspectiva do segundo maior mandamento, de maior experimentador do mesmo, simplesmente o grande autor, o Leão. O que estamos fazendo? Qual é nosso reino tomado a força? Nossa humildade conquistada em pequenos detalhes?

Pensemos na comunhão, na construção dela, em como fazemos isso, nos relacionarmos com o outro. Era pra ser fácil, mas está complicado ser comum. Nossa unidade conquistada na cruz, a comunhão transpassada, a humildade que veio da coroa de espinhos, vencida, que venceu, nossa morte consumida por um Deus vivo para a vida.

Quando fazemos retiros, acampamentos, quando tiramos nossas mascaras pra viver tudo isso que foi comprado na cruz, nos “destransvestimos”.

Patch Adams, lembra dele? Reinventou a medicina, pois se perguntou: Somos ou não somos comuns, médico e paciente? Às vezes o paciente é médico e o médico vira paciente, isso é uma loucura. Você aprende com a comunhão, entende coisas que antes só passavam na sua frente, mas não compreendia a profundidade delas. É como olhar o mar da praia, a gente nem imagina a quantidade de coisas que existem nas profundezas das águas. Patch usa roupas de palhaço sempre, quando vai comprar pão, quando vai trabalhar, quando vai ao parque... Tem sempre um nariz vermelho com ele...rs

Nós somos igreja sempre? Mas por onde anda nossa comunhão quando saímos das quatro alvenarias de divisão externa do templo? Pensemos nas estruturas espirituais de comunhão. Deus tem moldado e erguido seu templo-igreja através de nossas vidas e de nossos dias. Um templo espiritual. É certo que já ouvimos algo sobre isso, sobre sermos alicerces, tijolo, paredes, colunas, telhado, janela, como parte desse projeto chamado comunhão, Igreja uma com Cristo. Entretanto, onde estão as Samaritanas, os Zaqueu’s, os Judas de nossas histórias como “pequenos Cristos”, essa comunhão nos leva a eles, estamos indo as eles? A igreja vai a eles, a Esposa vai junto ao Esposo.

O que é precioso? Quais os tesouros que trouxemos de nossa jornada chamada amor ao próximo? Que fruto nós colhemos quando lançamos nossa rede chamada santidade? Comunhão.

Nós nos enclausuramos, talvez por medo, que era pra o perfeito amor lançar fora. Temos postura/máscara de trabalho, roupa para trabalho, outra para igreja, outra de pai, nos vestimos de amigo, de pastores, de filhos, de... Etc. Precisamos comermos juntos de novo, assentarmos à mesa, brincarmos, nos rendermos às obras dessa construção chamada comunhão, às palavras, escritas e faladas aos sorrisos, aos abraços, aos olhares de amor.

Reflitamos na extensão dela. Acredito que podemos tirar nossas máscaras de gás à medida que permitimos que a essência do genuíno evangelho seja borrifado pelo coração do Pai, pulverizando a terra do bom perfume de Cristo.

Tenhamos o coração puro, inocente, aquele que Cristo garimpa em nós para que entremos nos céus, pois a comunhão só pode acontecer através desse coração. Aliás, de comunhão é feito o céu. O céu do filho que é um com o Pai e assim reciprocamente. Comunhão é experimentarmos desse céu onde estivermos e para isso precisamos de muita percepção.

Comunhão dos achados e perdidos, resposta de DEUS para esse sistema incoerente e prostituído por sofismas, incorporados e veiculados. Levantemos nossas faixas, placas e bandeiras em protesto pela verdade transdérmica, constante, frenética, que acontece agora, Cristo. Pois comunhão não é só um tema interessante para se escrever ou ministrar no culto, é algo para experimentarmos. Esse é o escopo da palavra, comum. Experimentar o comum, a beleza e a alegria de quando vemos seu real sentido no olhar, nas mãos que acenam, do amor racional, sentido, vivido, vivo. E ela não cabe nessa nossa péssima relação com o tempo.

Estamos aqui, 2010 anos DC, em uma época marcada pelos bens de consumo de fácil acesso, créditos absurdos, sonhos aproximados, velocidade da informação, avanços tecnológicos, essa ligação do homem com objetos, que se tornam obsoletos em semanas, e a transferência disso tudo para nossos relacionamentos interpessoais. Hoje, conversamos mais por meios digitais do que pessoalmente.

Qual nossa experiência? O que Deus tem nos ensinado nas lutas que perdemos, nas fotos que agridem nosso ego e formam nosso álbum interior de comunhão?

Remeta-nos Deus a essa essência do amor da cruz e se for preciso, escalpele nosso eu para um coração puro. Dê-nos inocência para entender sem que ninguém precise explicar, sorrisos, abraços, brincadeiras, nos descobrindo, nos misturando com nossos medos, nossas dores, nossos sonhos, nossas experiências, nos confundindo com um só...

Será que somos tão diferentes assim ou somos o mesmo barro com formas diferentes? E se viemos do mesmo barro, entenderemos o abraço, decodificaremos olhares tristes, saberemos quando o próximo nos toca sem dizer uma só palavra.

Com tudo minha oração hoje segue assim.

"Enxergarmos os dois grandes mandamentos de Cristo, acontecendo em nossas vidas. O amar a Deus sobre todas as coisas, (criador da comunhão) e ao nosso próximo como a nós mesmos. Esse é o verdadeiro start da comunhão. Estamos falando aqui simplesmente e tão somente do grande amor de Cristo. Quem o tem, vai entender e viver sem palavras todos os dias." I Timóteo cap.1 vers. 5

Jonatas (Tanga)

As Prostitutas chegarão antes que vocês no Reino de Deus


As Prostitutas chegarão antes que vocês no Reino de Deus

Forte esta palavra não?

Acredite se quiser, mas isso não saiu da boca de um homem qualquer, são palavras do próprio Jesus. Agora que tenho a sua atenção é importante salientar alguns pontos rápidos:

1) - Jesus falou isso para os RELIGIOSOS da época que não reconheciam Ele como filho de Deus;

2) - Jesus uniu as duas profissões: os PUBLICANOS e as PROSTITUTAS no mesmo segmento. "...os publicanos e as meretrizes entram na frente de vós no reino de Deus." - Mt. 21:31;

3) - Acredito que dois motivos levaram Jesus a falar isso. 1- Tanto as prostitutas quanto os publicanos colocavam o DINHEIRO como prioridade nas suas vidas. 2- Muitos publicanos e prostitutas se converteram com a pregação de João Batista, mas os príncipes dos sacedortes religiosos e os anciãos não se converteram;

4) - Jesus não fez uma apologia à prostituição, mas de maneira direta disse que não importa a sua profissão nem a sua posição religiosa, importa o SEU CORAÇÃO. E se vc aceitou a palavra de Deus e deixou ela converter os seus caminhos e pensamentos, então o reino de Deus é pra vc independente do que os outros pensam sobre vc.

5) - A colocação para hoje seria a seguinte:

Uma prostituta, um político corrupto ou um estuprador arrependido valem mais para Deus que um pastor, padre ou um sacerdote que pensa já estar justificado pelas suas obras e pela sua religiosidade.

Leia Mateus 21:28-32

Abraço a todos
EM CRISTO, aquele que sempre nos impressiona.
S. Limberger - Buscai O Reino

terça-feira, junho 01, 2010

Igreja, depósito de aparências.

por Soli Limberger

Igreja, depósito de aparências

- Não temos portões, nem alarmes, nem cadeados em nossa igreja - Disse o discípulo ao visitante.
- E como fazem com os ladrões? - Perguntou o visitante.
- Não há nada materialmente valioso aqui dentro. Se houvesse, já teríamos dado a quem precisa.


Bom seria se as igrejas, católicas e evangélicas, pudessem dizer isso. Nos últimos anos elas e seus líderes se transformaram em estruturas milionárias. Depósitos de aparência. Ficaram bem diferentes da igreja de Paulo e Pedro. Da igreja como foi concebida. Para DAR e não para RECEBER.

O evangelho de Cristo não pode ser usado para o enriquecimento de quem quer que seja, nem Bispos, nem Pastores, nem Padres ou suas intituições, nem para músicos cristãos, nem para grupos de louvor, nem para cantores ou cantoras "evangélicos" ou "católicos". Inclusive esses músicos cristãos de hoje, cobram apenas "uma oferta" para ministrarem nas igrejas. UM ABSURDO.


MERCENÁRIOS DO EVANGELHO
Quantos grupos de "louvor" e cantores evangélicos estão MILIONÁRIOS hoje? Busque saber quem vive para ganhar dinheiro como o evangelho ou para ser usado por Deus. Querem ser "sustentados" pelo evangelho de Cristo. Quem está servido quem? Eles servem o evangelho ou o evangelho os serve?


O único homem, nos tempos bíblicos, que conseguiu dinheiro usando Jesus para os seus próprios prazeres, logo se arrependeu e devolvendos seus lucros, pena que já era tarde demais pra ele.


"Então Judas, o que o traíra, vendo que fora condenado, trouxe, arrependido, as trinta moedas de prata aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos." - Mat. 27:3

Abaixo um dos vídeos mais interessantes sobre esse tema. Inspirador, vale a pena ver.




Abraço a todos

EM CRISTO, o Pai da igreja.

Fonte: Buscai O Reino

Ratinho ofende evangélicos e desafia Apóstolo Estevam Hernandes.


Ratinho ofende evangélicos e desafia Apóstolo Estevam Hernandes.

Na ultima sexta feira (28/05) em seu programa semanal no SBT, Carlos Massa, mais conhecido como “Ratinho”, ofendeu os evangélicos e desafiou o líder da Igreja Renascer em Cristo. Em um momento de seu programa, “Ratinho” afirmou que a igreja evangélica só “expulsa demônio de gente pobre” enquanto os ricos são “abençoados” e desafiou o apóstolo Estevam Hernandes há tirar o demônio dele, caso contrário, ele expulsará os do apóstolo.”Ratinho” afirmou ainda que o povo evangélico são uns “coitados” e que quer “cascalho” para expulsar os demônios.

Em resposta ao apresentador o Apóstolo Estevam disse para seus seguidores no twitter, que isso é sinal de que o apresentador acompanha os cultos da Igreja Renascer pela televisão: “sinal que ele ta assistindo”, disse ainda: ” lamentável esse ratinho precisa ter o minimo decência ,porque decadência ele conhece. Ele não respeita nem a mae dele eca audiência dele e pífia na tv fazendo baixaria…ridículo falar decrxoylsat demônio e falta de respeito a liberdade de culto eu vou fazer o que Jesus mandou. Deus julgara esse cara” finalizou

Carlos Massa respondeu aos protestos dos evangélicos via twitter: “Tem muita gente braba com o que eu falei. Opinião é opinião gente.”

Segundo os dados prévios do ibope a audiência do programa de Carlos Massa no SBT na tarde de sexta-feira foi péssimo, apenas 3,6 pontos ficando na quarta posição atrás do programa Brasil Urgente (Band) com 5,8 pontos. Em alguns momentos o programa do Ratinho caiu para quinta posição com 2,7 pontos (anti-pico), ficando atrás da Rede Gazeta.

Não é a primeira vez que Carlos Massa ofende os evangélicos, em março deste ano, o apresentador fez algumas brincadeiras de muito mau gosto sobre pastores evangélicos que possuem programas televisivos. Na ocasião, Massa disse que não sabia como os pastores fariam a partir de agora para abençoar os copos de água, que eles mandam colocar em cima dos televisores, já que, como as TVs de plasmas são finíssimas, não teria como colocar copos em cima dos aparelhos. Ratinho foi mais longe e, ainda em tom de brincadeira, disse que alguns pastores devem receber “espetadas na bunda” enquanto apresentam seus programas religiosos, porque eles ficam dando pulinhos diante das câmeras, enquanto vão falando e se exaltando, justificou o apresentador.

Assista o vídeo:
Fonte: O Verbo