terça-feira, novembro 03, 2009

Oito Valentes e Um Segredo: Amor Ao Evangelho - Um dia na Marcha pra Gezuiz



A imagem acima é do que restou de uma das duas faixas que foram estendidas durante a Marcha para Gezuiz. Terminou o dia rasgada, manchada, amassada, mas cumpriu o seu papel para a glória do Senhor.
Vamos ao início, senta que lá vem a história deste dia! (desculpem-me pela falta de fotos e de qualidade dos vídeos, mas minha câmera digital ainda está sob o impacto da “unchão” da Expomamom e não funcionou de novo hoje).
A primeira grande batalha contra os gigantes aconteceu na estação de metrô Sé, onde embarcamos rumo ao metrô Tiradentes. Parecia o apocalipse!!! A estação lotada como nunca vi, além do grito de guerra ensurdecedor dos fiéis, a maioria jovens, mas também muitas crianças – inclusive de colo. Na hora de embarcar no vagão não houve escolha, fomos literalmente empurrados para dentro. Todo o mundo queria entrar junto e ao mesmo tempo, parece que ninguém conhecia aquela lei da física onde dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço. Enfim entramos, mas ainda restava sair de lá.
A saída do vagão foi outra luta. Também fomos empurrados para fora (se alguém caísse com certeza seria pisoteado sem dó), e ouvi de um senhor idoso uma frase que expressou bem tudo aquilo: “Quanta selvageria!”
Subir a escada e chegar até as catracas foi mais uma luta, e sair para fora da estação só pela misericórdia. Mas saímos, e lá fora nos encontramos com os outros protestantes: o Júlio Cesar, a Maíra, o Diogo (que deixou sua filhinha recém-nascida e sua esposa na maternidade para participar), o Vitor Cid, o Laudinei e o Pablo (que filmou todo o movimento, fazendo entrevistas, e que editará tudo num documentário que disponibilizará ainda nessa semana). No total, éramos 8 contra um exército de cerca de 1,5 milhão de pessoas.
Estávamos na “concentração” da Marcha. De um lado, o trio-elétrico do Apóstolo Hernandes, com figuras como o Senador Crivella, o Pr. Marco Feliciano e o Pr. Jabes de Alencar. Do outro, uma van da Rede Gospel. E onde estávamos, uma equipe da Rede Gospel filmando os fiéis. Claro, estendemos nossa faixa bem na frente da filmagem, e isso suscitou gritos de “vocês são da Globo?”, “fora Rede Globo”, e vários braços levantados no intuito de esconder a faixa. Já estávamos incomodando.
E a Marcha começou. Ficamos estrategicamente esperando a passagem do primeiro trio, o dos Hernandes. Foi lindo ver o Apóstolo olhando fixamente para nossas faixas e o cartaz do Júlio (vai ver, a princípio pensou que fosse alguma expressão de puxa-saquismo), e depois se voltar para o resto da multidão. Não só o Apóstolo, mas todos do trio puderam ler as faixas. E passamos a marchar atrás do trio-elétrico, em meio à multidão.
Durante a caminhada recebemos manifestações de todos os tipos. Meu marido ganhou uma rasteira gospel, jogaram água na gente, jogaram garrafas que acertaram as faixas e as rasgaram, porém sem grandes danos. Pensei que fôssemos receber sapatadas, mas os mais apostólicos não foram tão doidos assim.
Uma das situações mais inusitadas aconteceu com o Diogo. Como já disse, ele é “recém-papai”. Não é que lançaram contra ele uma frauda, e USADA???? Gente, foi um ato profético!!! Sorte que o Diogo estava esperto, senão voltaria com outras marcas do evento. 
Também recebemos muitas manifestações de apoio. Um rapaz perguntou onde poderia comprar a camiseta, pessoas vieram nos parabenizar pelas frases e pelo protesto. Por incrível que pareça, havia vida pensante naquele lugar Continue lendo...



Pitaco da Meire:
Com toda a certeza, a visão da carinha apostólica do Hernandes ao ler essa faixa acima é impagável!
Até quando continuaremos a coxiar entre dois pensamentos?
Convido todos os leitores do pensar e orar que tiverem blog a republicar esse artigo da Vera, e aos que não tiverem blog divulgarem que ontem oito pessoas estiveram bravamente representando uma imensa quantidade de pessoas que se envergonham com os mandos e desmandos desse "povo apostólico" que se esqueceu há muito o que é ética.
Povo com Jesus não existe maracutaia, 171 e afins, ou é ou não é.
Com Jesus funciona assim:
  • Apropriação Indébita = ROUBO;
  • Declaração de Bens c/erros de contabilidade = MENTIRA;
  • Onde Existe ROUBO E MENTIRA Como Prática Comum = MORTE;
  • Roubo, Mentira e Morte = PRESENÇA DE SATANÁS. 





Um terço das espécies de dinossauros nunca existiu, diz teoria

Muitos dinossauros estão enfrentando a possibilidade de um novo tipo de extinção - uma controvertida teoria sugere que até um terço das espécies conhecidas de dinossauros talvez nem mesmo tenham existido. Isso acontece porque os jovens dinossauros não se assemelham a versões miniaturizadas de seus pais, de acordo com novas análises conduzidas pelos paleontologistas Mark Goodwin, da Universidade da Califórnia em Berkeley, e Jack Horner, da Universidade Estadual de Montana.
Em lugar disso, como os pássaros e alguns outros animais ainda existentes, os exemplares jovens passavam por mudanças físicas dramáticas ao se tornarem adultos. Isso significa que muitos fósseis de dinossauros jovens, entre os quais espécimes aparentados ao tiranossauro rex, podem ter sido identificados erroneamente como exemplares de outras espécies, argumentam os pesquisadores.
Como o tiranossauro rex se tornava um terror
Um dos exemplos fortes que eles oferecem é o do Nanotyrannus. O animal, classificado como um parente de menor porte do tiranossauro rex, agora é visto por muitos especialistas como um exemplo de identificação incorreta, e representaria na verdade um tiranossauro juvenil classificado indevidamente.
Os fósseis que supostamente pertencem à espécie Nanotyrannus têm aparência semelhante à que um tiranossauro rex deveria ter em sua adolescência, apontou Horner em um novo estudo. Isso se deve ao fato de a estrutura craniana de um tiranossauro rex se alterar dramaticamente à medida que o animal crescia, segundo o pesquisador.
O crânio se alterava, de uma forma original alongada para o focinho e mandíbula curtos que nos são mais conhecidos; a mudança acontecia para quer o animal pudesse consumir maior quantidade de alimento. Mas a prova decisiva, de acordo com Horner, foi a descoberta de um dinossauro que tinha tamanho intermediário entre o de um tiranossauro rex adulto e o de um Nanotyrannus.
O Nanotyrannus - na opinião de Horner, efetivamente um jovem tiranossauro- contava com 17 dentes na mandíbula inferior, ante os 12 encontrados nas mandíbulas de tiranossauros adultos. Já o dinossauro de porte intermediário entre ambos contava com 14 dentes em sua mandíbula inferior, o que sugere que o esqueleto tenha pertencido a um tiranossauro rex jovem, que estava em meio à transição de seus dentes iniciais, menores e em formato de lâmina, para o número inferior de dentes molares que a espécie ostentava em seu estágio adulto.
A transformação do triceratope
Os paleontologistas também conseguiram amealhar uma coleção considerável de fósseis de triceratopes, representando animais que morreram em diversos estágios da vida, em um sítio do período cretáceo tardio (145,5 milhões a 65,5 milhões de anos atrás) [nota: datações feitas com base no princípio uniformitarista, se tornando questionáveis, quanto à confiabilidade], em Hell Creek, no leste do Estado de Montana.


Os crânios dos dinossauros, cujas dimensões variavam entre as de um prato e as de um crânio humano, provinham de diversos animais. Quando os paleontologistas estudaram os crânios, constataram que os pequenos chifres retos dos animais mais jovens se transformavam, à medida que os animais envelheciam. Os chifres dos animais jovens tinham as pontas para trás, enquanto os dos adultos apontavam para frente.
O folho característico do pescoço do animal também passava por alterações: os ossos triangulares que formavam uma crista em torno do folho nos animais jovens se alongavam e achatavam, formando um escudo em forma de leque, nos exemplares mais velhos.
"Neste projeto de 10 anos, pudemos recolher uma série muito boa sobre o crescimento dos dinossauros, algo que ninguém havia visto antes, e assim acompanhamos essa transformação à medida que ocorria", disse Goodwin. "Nós fomos capazes de documentar as mudanças extremas que ocorriam ao longo do crescimento, como por exemplo aquela que se refere à orientação dos chifres", afirmou.
Os pássaros como paralelo

Provas quanto aos motivos dessas mudanças físicas dramáticas nos dinossauros podem ser obtidas em seus mais próximos parentes vivos, dizem os especialistas. Os búceros, por exemplo, não ostentam sua característica estrutura de penas em forma de capacete até que tenham atingido três quartos do tamanho que terão como adultos.
Da mesma maneira que os chifres em um cervo, essas penas ajudam os demais animais a discernir entre os adultos maduros e os jovens. Da mesma forma, as mudanças na aparência dos dinossauros poderiam servir para promover a comunicação visual.
Por exemplo, os chifres ou calombos de cabeça, possivelmente acoplados a variações de cores, podem ter criado identificações visuais inconfundíveis que garantiam que membros de uma espécie se reconhecessem entre eles.
Também podem ter identificado dinossauros como machos ou fêmeas, ou os marcado como animais adultos em busca de reprodução ou jovens que necessitavam de proteção.
Conclusão exagerada?
Hans-Dieter Sues, paleontologista do Museu Nacional de História Natural dos Estados Unidos, em Washington, diz que os cientistas descobriram nos anos 70 que algumas espécies de dinossauros dotados de bicos na verdade representavam formas diferentes de animais em estágios de maturidade distintos, e que portanto o número de espécies identificadas era menor que o originalmente calculado.
Sues, que não participou da nova pesquisa, concorda em que algumas espécies de dinossauros do cretáceo tardio podem na verdade ser exemplares juvenis de outras espécies. "Muitos dinossauros - da mesma forma que muitos vertebrados atuais - mudavam muito de aparência ao crescer", ele disse.
Mas "algumas dessas conclusões são controversas", ele acautelou, acrescentando que a ideia de que até um terço das espécies precise de reclassificação representa um exagero. Ele acredita que uma segunda extinção "científica- de dinossauros seja improvável" a não ser que os caçadores de fósseis descubram novos exemplares que provem a teoria. "Testar hipóteses como essa é difícil", disse, porque "isso requer mais material fóssil do que dispomos atualmente".
Tradução: Paulo Migliacci ME
Fonte: The New York Times, por meio do Site Terra

segunda-feira, novembro 02, 2009

A Tua Procura - Ensaio para II Noite das Artes

Queridos esse vídeo é só um ensaio, mas vale a pena ver.
Avisando mais uma vez aos navegantes, o meu cantor favorito é o sr. Mario Cardoso, conhecido como Maninho. E sim ele não é gospel - Graças a Deus!
Não sofro de catolicafobia, sou contra mentiras, sejam elas do grupo gospel ou do grupo católico romano. Como dizem: #ProntoFalei!



E esse vídeo com a linda canção "A Voz do Menino".


Respondendo Um Leitor, Isso Sim é Humor: Leandro Hassum no Altas Horas - Alpinista

Para quem imagina que não sei o que é comédia, peço a gentileza de prestar a atenção nesse vídeo. Quando esse rapaz do vídeo, o Ronald Rios, chegar no nível do Leandro Hassum, faço questão de divulgar aqui.
Devo lembrar também para quem achar que esse vídeo do Leandro é neutro, tenho vários outros vídeos que tratam com humor inteligente a questão hipocrisia do meio gospel. Segue algumas indicações para os que estão chegando agora no blog:

Ainda Dá Tempo: Local de Encontro para o protesto na Marcha Para Jesus

Foi uma grande falta minha, mas aqui está uma dica pra quem está farto com essa exploração da falta de conhecimento da Palavra por parte do povo de Deus. Espero que dê tempo pra você se posicionar contrário  à Marcha Para Os "Apóstolos"



Estaremos no dia 2 de novembro, segunda-feira, às 9:30h, nas catracas do metrô Tiradentes, vestindo as camisetas com os dizeres da “Marcha pela Ética Evangélica Brasileira – o $how tem que parar”. Para saber como fazer as camisetas, leia o artigo “Como fazer as camisetas para a Marcha para Gezuiz”. Faça também uma faixa, com versículos bíblicos dentro do tema, e se possível confirme sua participação. Esteja em oração e comunique-se com outros irmãos, pois essa é uma verdadeira batalha.
Não sejamos agressivos, nosso protesto é silencioso e exemplar. Estejamos prontos para possíveis reações contrárias, sabendo que estaremos exercendo realmente o “protestantismo”. Ao longo da história, sabemos o que esses protestos podem gerar.
Anotem meu celular: (11) 8267-5929. Qualquer coisa é só me ligar, tá?
Que Deus nos conduza e que Sua vontade seja feita sempre!
Vera e Paulo.
Mais informações no blog da Vera Siqueira.
(*) Para baixar a estampa customizada da camisa, clique aqui.

domingo, novembro 01, 2009

O Jovem Cristão - Paul Washer legendado


É Tempo de Gritar

Autor: Pr José Apolônio
A Igreja cristã no Brasil é ameaçada, não pelos “jericoenses”, como nos dias de Josué, mas por “ventos de doutrina”, grupos heréticos que usam principalmente a palavra Pentecoste como bandeira. Eles pregam um evangelho diferente do que recebemos e praticamos hoje, o qual tem sido o sustentáculo do crescimento espiritual, durante estes 86 anos do pentecostalismo autêntico.

Nos primeiros anos de pentecostalismo no Brasil, todos o perseguiam, todos o ameaçavam, todos o criticavam, inclusive algumas denominações da época. Também a Igreja Católica Romana, com seu “jesuitismo ferrenho”, mandava sustar os cultos evangélicos ou espancar, prender e, se fosse preciso, matar os crentes. Até nos cemitérios públicos ela proibia que sepultassem os “protestantes”. Os pentecostes eram chamados de “capa verde”, "canela de fogo”, “bode”, “besta fera”, “espíritas”, “luteros”, “nova seita”, etc. Tudo fizeram para impedir a marcha e o crescimento do pentecostalismo no Brasil.
Neste período negro de oposição, Deus levantou centenas de homens e mulheres cheios do Espírito Santo e de fé, que saíram por toda parte, ou seja, cidades, vilas, aldeias e longínquos sertões; muitos deles desprovidos de recursos financeiros e sem o meio de transporte adequado como possuímos hoje. Diversos destes pregadores não tinham conhecimento teológico; alguns são sabiam desenvolver sermões homiléticos, mas entendiam o que pregavam e ensinavam. Anunciavam Jesus salva o pecador arrependido e batiza o crente com o Espírito Santo, cura as enfermidades, opera milagres e faz maravilhas. Resultado: O povo, as autoridades e os que perseguiam ouviam e viam os sinais e aceitavam a Cristo como Salvador.
O Diabo, o maior inimigo da Igreja do Senhor, por não poder impedir o seu crescimento procura “globalizar” as religiões e usa como “isca” as heresias, as seitas falsas, os chamados “ventos de doutrina” e, por último, um “falso pentecoste”. É necessário que os pastores, líderes, todos os obreiros, levantem-se e ordenem ao povo para “GRITAR” e protestar contra esta falsa “globalização” religiosa, que nada mais é do que um prenúncio da manifestação do Anticristo. 
A Igreja cristã não é uma “globalização” ou ajuntamento de raças, povos ou religiões, como apregoa a “Nova Era”, dentro de um consenso universal. A Noiva do Senhor Jesus é constituída de “um povo especial, zeloso e de boas obras”. Atualmente o vocábulo globalizar está em alta. É destaque entre os membros do governo, da sociedade, das nações, do comércio, da política e da religião. A ordem é “globalizar”.
Com o crescimento da obra de Deus em nosso país, a igreja evangélica saiu dos humildes salões para os grandes templos; além dos subúrbios e das zonas rurais encontra-se os centros das grandes cidades; além das escolas dominicais possui os Institutos Bíblicos (Seminários Teológicos). Alcançamos todas as camadas sociais da nossa pátria: do varredor de rua ao legislador. Temos diversos membros que ocupam cargos de vereador, deputado, senador, ministro de Estado, governador, etc. E tudo isso, sem alterar as nossas doutrinas e os nossos bons costumes. O inimigo, por não poder impedir a marcha e o crescimento da obra de Deus, tenta infiltrar em nosso meio as falsas doutrinas. 
Seus discípulos vestiram-se ou fizeram-se de “gibionitas” como nos dias de Josué e entraram em nosso meio para semear o “joio” (heresias), com seus “ventos de doutrinas” (Ef. 4.14) e começaram a dizer: “Somos vossos conservos”; “Somos pentecostais”; “Deus não olha placa de igreja”. E acrescentam: “lá”, referindo-se ao movimento deles, “Jesus está abençoando da mesma forma”. 
Com esta filosofia tentam desestruturar a Noiva de Cristo, pois pregam, como diz o apóstolo Paulo, “outro evangelho” (2 Co 11.4), através dos “ventos de doutrina” da “Nova Era”, do “culto da prosperidade”, da “ação positiva”, da “Nova Unção”, do “cair do Espírito”, etc. Este último, o nome já diz tudo: “cair”. Se fosse crescer ou subir no Espírito, tudo bem, mas “cair no Espírito”?! 
“São muitos os que se infiltraram hoje entre os crentes, de Bíblia em punho, parecendo crer exatamente como cremos. No entanto, um estudo mais cuidadoso revelará que suas posições doutrinárias são inaceitáveis à luz das Escrituras e do cristianismo histórico ortodoxo” (do livro Super Crente – Paulo Romeiro) 
A Igreja de Cristo não precisa de uma “nova unção”, mas, sim, conservar a que recebeu, a do Espírito Santo (1 Jo 2.27). Se temos o revestimento do genuíno poder de Deus (1 Jo 2.6), não precisamos de Kenneth Hagin, Benny Hinn ou de passar pela escola Rhema ou pelos “neopentecostais”. 
“O crente recebeu uma unção da parte de Cristo, ou seja, o Espírito Santo (2 Co 1.21,22). Através dele, conhecemos a verdade. Todo filho de Deus recebe o revestimento de poder, a fim de que seja guiado na Verdade (Jô 14.26; 16.13). À medida em que os cristãos permanecem em Jesus e lêem a Palavra de Deus, o Espírito Santo ajuda-os a compreender suas verdades redentoras:
- Todos os crente podem estudar e conhecer a verdade de Deus e aprender uns com os outros, mediante o ensino, a exortação e a instrução (Mt 28.20; Cl 3.16; Ef 3.18).
- Os crentes têm duas salvaguardas contra o erro doutrinário: a revelação bíblica e o Espírito Santo.
- O crente não precisa dos que ensinam doutrinas extrabíblicas. Este é significado das palavras do apóstolo João: “não tendes necessidade de que alguém vos ensine”. (Bíblia de Estudos Pentecostal – CPAd).
Foi através do grito de Josué, dos sacerdotes e de todo o povo, que os “muros” de Jericó caíram e Israel venceu a batalha. Pastores, líderes e igrejas: gritai, protestai contra estas heresias da “Nova Era”. Venha de onde vier este alerta e os “gibionitas” fugirão.
GRITAI!
Fonte: Estudos Gospel