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sexta-feira, julho 16, 2010

Canto Della Terra: Um Grito Contra o Aborto!

No fim de outubro e começo de novembro do 2009 Andrea Bocelli gravou um vídeo para homenagear o padre Rick, um missionário que trabalha no Haiti há muitos anos. Só recentemente decidiu publicar o vídeo no YouTube.
É um testemunho impressionante para agradecer a sua mãe que não tenha realizado um aborto quando estava grávida do próprio Andrea.

Olha esta terra queque gira junto a nósaté quando está escuro.
Olha esta terra queque gira também para nóspara nos dar um pouco de sol, sol, sol.


Canto Della Terra

Si lo so
Amore che io e te
Forse stiamo insieme
Solo qualche istante
Zitti stiamo
Ad ascoltare
Il cielo
Alla finestra
Questo mondo che
Si sveglia e la notte è
Già così lontana
Già lontana

Guarda questa terra che
Che gira insieme a noi
Anche quando è buio
Guarda questa terra che
Che gira anche per noi
A dorci un po'di sole, sole, sole

My love che sei l'amore mio
Sento la tua voce e ascolto il mare
Sembra davvero il tuo respiro
L'amore che mi dai
Questo amore che
Sta lì nascosto
In mezzo alle sue onde
A tutte le sue onde
Come una barca che

Guarda questa terra che
Che gira insieme a noi
Anche quando è buio
Guarda questa terra che
Che gira anche per noi
A dorci un po'di sole, sole, sole
Sole, sole, sole

Guarda questa terra che
Che gira insieme a noi
A darci un po'di sole
Mighty sun
Mighty sun
Mighty sun

segunda-feira, julho 12, 2010

Prazer pelo aborto x Quantos "eu te amo..." ...eu poderia ter escutado em 15 minutos.

Prazer pelo aborto x Quantos "eu te amo..." ...eu poderia ter escutado em 15 minutos.




Quanto mais densas as trevas, mais perto está o amanhecer. Desejo que seja assim mesmo! Senti algo profundamente desconcertante quando li o tweet de Ananda Morelli, seja lá quem ela for…
Não imagino que ela saiba o que é um aborto, quem é o feto ou mesmo qual seja o papel de uma Defensoria Pública.
Costuma-se dizer que a decisão por um aborto é sempre penosa e que ninguém em sã consciência defende um aborto, embora possa aceitá-lo como uma exceção, uma fatalidade. Demonstrar alegria com a autorização de um aborto não é aceitável.
O pensamento de Ananda, publicado no twitter, é um sinal das ruínas de nosso tempo. É um alerta para todos nós sabermos no quão longe podemos ir em um processo de auto-desfiguração, de desumanização.
É para que o mundo seja mais do que isso que eu quero viver.
Wagner Moura, no blog O possível e o extraordinário. via Pavablog

Veja agora um documentário sobre aborto de fetos anencéfalos, acompanhe a tristeza e a agonia de uma mãe de optou pelo aborto: 

(um comovente relato da síndrome pós-aborto de um anencéfalo)
Com a tela totalmente escura, ouve-se a voz de uma mulher e lê-se a legenda correspondente em letras brancas:
Foi falado que 99% das crianças em caso de anencefalia não sobreviviam.
Então me sugeriram que eu abortasse porque, talvez por eu estar no quinto mês de gestação eu poderia correr risco.
Então, eu e meu esposo resolvemos aceitar a proposta do médico em tirar a criança.
Foi aí então que começou o meu sofrimento.
[Aparece agora o rosto da mãe]
Passei três dias internada, todos os dias sentindo dores. Eram 9h40 da manhã quando me levaram para a sala de parto.
Eu lembro até hoje outras crianças nascendo ao lado, recebendo a vida e eu…
[começa a chorar]
… eu estava ali matando a minha filha.
Ela nasceu, senti mexendo e eu não quis ver.
Talvez porque eu me sentia uma covarde. Talvez porque eu me sentia um monstro.
Naquele momento eu não tive coragem de ver a crueldade que eu permiti… que ele estava… autorizei fazer comigo.
Lembro dela gritando: “Tá vivo!”
[passa a mão no rosto para enxugar as lágrimas]
“Tá vivo! A criança nasceu viva!”

Os defensores da Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental n. 54 (ADPF 54), que pretende liberar o aborto de bebês anencéfalos, dizem e repetem que tal aborto (por eles chamado “antecipação terapêutica de parto”) beneficiaria a gestante. Afinal, argumentam, que sentido tem levar adiante a gravidez de uma criança que talvez sobreviverá só alguns minutos após o nascimento? Segundo eles, o aborto seria a abreviação de um sofrimento e o livrar-se de um peso inútil.
Talvez quinze minutos era o máximo de sobrevivência para ele. Mas eu me pergunto: em quinze minutos quantos “eu te amo” eu poderia falar para esse meu filho?
Um vídeo produzido pela Estação Luz e colocado no YouTube demonstra, de maneira enfática, o traumatismo psicológico sofrido por uma mãe de anencéfalo que aceitou o convite do médico de praticar o aborto. O vídeo chama-se “Quantos ‘eu te amo’?” e está dividido em cinco partes. Traz o depoimento alegre e tranqüilo de mães de anencéfalos que rejeitaram o aborto, como Márcia Tominaga (mãe de Filipe, que sobreviveu 20 minutos após o nascimento) e Cacilda Galante Ferreira (mãe de Marcela, que só morreu depois de 1 ano e oito meses de nascida).
Mas é particularmente tocante o relato de uma mãe anônima, que aparece nas partes 1 e 5, chorando por ter aceitado a proposta do médico de abortar seu bebê anencéfalo.
Texto retirado do blog Alexandre Martins

1º Vídeo

2º Vídeo


3º Vídeo


4º Vídeo


5º Vídeo

quarta-feira, novembro 25, 2009

Estamos Engatinhando Ainda... “Eu Não Sou Um Vegetal, Eu Sou Alguém!”

Pode parecer coisa de religioso, mas o homem está ainda engatinhando na questão vida-morte. Se uma junta médica não concegue detectar vida em um paciente de vinte anos, como ela pode se achar senhora de quem ainda não saiu do ventre materno?
Creio que chegará o dia em que, abortados e vítimas de eutanásia serão amargamente chorados. A vida e a morte estão nas Mãos de Deus. Assista ao vídeo e tire suas conclusões:


Foi divulgado, na Bélgica, o caso médico de um homem que passou mais de 20 anos dando sinais de que estava em coma. Mas não estava. Quem explica é a correspondente Ilze Scamparini.

O belga Rom Rauden, era um estudante de engenharia, e lutador esportivo, quando em 1983 sofreu um acidente de carro, muito grave.

Entrou em estado vegetativo, segundo o diagnóstico do Hospital de Zolder, na Bélgica. Para os médicos, era um caso sem esperança de uma consciência que tinha se apagado para sempre.

Mas embora estivesse impedido de se comunicar pela paralisia, Rom estava consciente. Mas há três anos, exames com um novo equipamento de tomografia revelaram que o cérebro dele continuava funcionando perfeitamente.

Durante 23 anos, ouviu tudo o que foi falado ao seu redor. Hoje, com as sessões de fisioterapia, e através de uma tela, Rom consegue dizer ao mundo o que tentou, durante tanto tempo.

“Eu gritava, mas ninguém me ouvia. Me sentia impotente. Tinha raiva, me sentia abandonado. mas depois aprendi a viver com isso. Imagine o que é ouvir, ver, sentir e pensar, e enquanto isso ninguém te escuta. Você passa por tudo isso sem participar da vida".

A mãe diz que agora Rom, aos 46 anos, fala o que quer e toma as suas decisões. Que não se sente deprimido. Quer aproveitar a vida ao máximo. E costuma dizer: não sou um vegetal, eu sou alguém.

O doutor Steve Laurey, que foi o primeiro a perceber que Rom não estava em coma, declarou que situações como essa não são raras. Podem acontecer em 4 casos, a cada dez.

Para o médico, ainda é difícil distinguir o estado vegetativo, em que o paciente apresenta apenas reflexos involuntários, do chamado estado de consciência mínima. Exames padronizados e novos equipamentos podem ajudar a evitar erros nos diagnósticos.

Para quem pergunta como o belga conseguiu sobreviver imóvel, durante mais de duas décadas, ele responde que passou grande parte do tempo sonhando.

quarta-feira, outubro 21, 2009

Edir Macedo: Não Seria Melhor um Aborto? Não sr. Macedo, os marginalizados por nós, não são animais que devem ser esterilizados, eles são criação de Deus.


Esse foi o pior argumento utilizado em prol do aborto!
Se caso Deus em Sua Soberania, quisesse acabar com o sofrimento dos mais explorados e por isso, menos favorecidos da forma sugerida pelo líder da IURD, Ele teria feito estéreis todas as mulheres e homens que vivem em condições de total abandono. Mas Deus não quer que seja dessa forma sugerida pelo sr. Macedo, que a desigualdade social acabe, Ele deseja que haja fraternidade entre os povos. Isso que entendo ser a maior estupidez do sr. Macedo, é um argumento a mais para condenar a teologia da prosperidade que ele tanto defende. Era só pregar o evengelho da prosperidade, que com toda a certeza iria ser aceito por todos aquelas pobres criaturas e ensinarem à elas como determinar a vida próspera.
Cabe a nós proporcionarmos vida aos marginalizados e defender o direito deles de terem chance de ao menos uma vez na vida serem vistos como criação divina.





Com esse vídeo o sr. Macedo tenta convencer de que ele vive de forma modesta, que os escândalos sobre sua vida financeira são meros boatos.
Por favor sr. Macedo, o povo é mais inteligente que o sr. imagina.



segunda-feira, setembro 28, 2009

Uma visão judaica do ABORTO

Por: Marco Moreyra ©
A palavra aborto não se ouvia tão insistentemente desde o referendo de 1998. O assunto volta à ordem do dia e prevê-se um arrastamento mediático de pontos e contrapontos de defesa de diferentes valores éticos, morais e sociais. A visão judaica tradicional não se enquadra directa e exclusivamente em nenhuma das posições “pró-vida” ou “pró-escolha”. O Judaísmo não resolve esta nem nenhuma discussão de ânimo leve e neste caso em particular não poderia jamais ter uma posição radical visto ser uma situação muito particular e de difíceis avaliações, bem ao estilo “cada caso é um caso!”. O Judaísmo jamais poderá condenar por completo o aborto nem apoiar a categoricamente a sua indiscriminação.

A palavra aborto e o verbo abortar ganhou contornos depreciativos ao longo de muitas discussões de baseadas quase sempre em juízos de valor, mas a verdade é que a palavra existe há bastante mais tempo que o termo “Interrupção Voluntária da Gravidez” e de facto pessoalmente não a acho depreciativa. Não podemos colocar esta palavra no mesmo patamar de algumas palavras que nos fizeram mudar a nossa linguagem (e bem) quando se referia a pessoas com problemas de alcoolismo e drogas como bêbados e drogados, respectivamente. O aborto é segundo o dicionário: acto ou efeito de abortar; expulsão do feto antes do fim da gestação. É este o assunto entre mãos: o aborto, neste caso particular de acordo com as directrizes do Judaísmo.

Uma mulher poderá sentir que até o feto fazer parte do seu corpo ela retêm o direito de abortar uma gravidez não desejada. Será esta a posição reconhecida como um direito pelo Judaísmo?
A melhor forma de interpretar quando o aborto é permitido e quando é proibido requer a apreciação de certas particularidades da Halachá (Lei Judaica). No entanto apesar das discussões rabínicas se o aborto é ou não uma proibição Bíblica, todos concordam no conceito fundamental que, geralmente, o aborto só é permitido para proteger a vida da mãe ou em outras situações extraordinárias.

À luz da Halachá um feto é como um ser humano praticamente pleno e na maioria das circunstâncias deve ser tratado como qualquer outra “pessoa”. Isto é, geralmente não podemos prejudicar deliberadamente o feto e existem sanções mesmo em situações que alguém causa um aborto involuntário a uma mulher grávida.
Não quer dizer que a maioria das autoridades rabínicas considerem o aborto como um assassinato e o facto da Torá obrigar um pagamento monetário a quem causa um aborto involuntário é interpretado por alguns Rabinos como indicação que o aborto não é um crime capital. Existem ainda desacordos relativamente a se a proibição da prática de aborto é Bíblica ou Rabínica.

Mas a discussão judaica sobre o aborto começa de facto com o texto bíblico do Êxodo (Shemot 21:22-23) quando se dá uma situação em que dois homens lutam. Durante a luta, um dos homens acidentalmente bate numa mulher grávida. A Torá diz que se a mulher é morta então, um corpo (nefesh) será dado para um corpo, isto é, uma vida será dada por uma vida. O homem que a golpeou é considerado um assassino e é punido de igual modo. Se, no entanto, a mulher aborta mas não morre, o homem deve pagar o erro monetariamente. Ele não é responsável por assassinato porque o feto apesar de tudo não é considerado nefesh, um ser humano.

Podemos concluir que o aborto no Judaísmo só é permitido em caso de ameaça directa da vida da mãe. Nessas condições, o feto poderá de ser considerado, de acordo com a opinião de Maimonides, equivalentemente a um “rodef”, um perseguidor da mãe com a intenção de a matar.
Não obstante, como explicado na Mishná (Ohalot 7:6), se for possível poupar a mãe através da mutilação do feto, tal como por amputar um membro, aborto seria proibido. Apesar da classificação do feto como um “perseguidor”, uma vez que a cabeça do bebé ou a maioria do seu corpo passar a matriz, a vida do bebé é considerada semelhante à da mãe, e como tal não podemos escolher uma vida sobre outra, porque é considerado como se ambos se estivessem a perseguir.
É importante salientar que a razão pela qual a vida do feto é inferior à da mãe é porque o feto é a causa da condição de ameaça de vida da mãe, directamente (devido a Pré-eclampsia/toxemia ou posição de rompimento) ou indirectamente (exacerbação de diabetes subjacente, doença de rim, ou hipertensão). Um feto não pode ser abortado para poupar a vida de qualquer outra pessoa não directamente ameaçada pelo feto, tal como uso de órgãos para transplantar.
Como vimos, se uma vida da mulher está em perigo é permissível - aliás, obrigatório -terminar sua gravidez. Mas que dizer sobre casos onde o perigo é de outro tipo? Por exemplo, uma mulher que sofre dano psicológico por “trazer ao mundo” uma criança que é o “fruto” de uma violação ou que sofre de uma desordem genética. Este dano psicológico é suficiente para permitir um aborto?

A crença de Rashi que o feto não é considerado uma vida humana (nefesh) é a base para esta posição, e em certas circunstâncias, o dano psicológico é perigo suficiente para permitir o aborto. Aqueles que concordam da interpretação de Maimonides, não focalizam no entanto o estado não-humano do feto. Concordam que o aborto é permitido só quando o feto ameaça a vida da mãe. Quando o feto não é ameaçador da vida - ainda que ameaça a mulher em outros meios - aborto não é permitido.
Embora muitas autoridades liberais permitam o aborto mesmo para casos de gravidez indesejável quando há um potencial estrago psicológico à mãe, é importante frisar que o judaísmo não se apoia para no lema "direito da mulher escolher". Um feto é considerado equivalente a um membro do nosso corpo; de igual forma a Lei Judaica proibiria alguém de escolher cortar o próprio membro, proibiria aborto sem uma razão categórica.
:: Bibliografia ::
Yosef Karo - Shulchan Aruch (Choshen Mishpat); Maimonides - Mishné Torá (Leis de Assassinato); Talmud Bavli (Sanhedrin); Mishná (Ohalot)
Moshe Spero - Judaism & Psychology; Rabbi Yitzchak Zilberstein - Emek Halacha; Encyclopedia of Jewish Medical Ethics



quarta-feira, junho 17, 2009

sexta-feira, maio 08, 2009

UMA ROSA PARA MINHA MÃE

UMA ROSA COM CARINHO!
Mais um dia das mães está chegando e como sempre vemos propagandas que colocam nós as mães quase em pé de igualdade com Jesus.
Claro que não vim aqui falar das mães, seria uma incoerência da minha parte, afinal tenho uma mãe maravilhosa, uma mulher que sabe o significado da palavra sofrimento na pele.
NÃO! Hoje quero falar das outras mães, aquelas que quando descobrem que estão grávidas saem em busca do melhor "médico" aborteiro.
Um ser é um ser desde do primeiro instante.
Independente de qualquer crença, defendo o direito que a mulher tem sobre seu corpo: Mas note que o feto acima não é o corpo da mãe que o matou, era alguém cujo o direito fundamental lhe foi tirado: O Direito de Viver!
Existem vários métodos contraceptivos e o aborto NÃO é um deles.
Quando Deus quis usar um exemplo de amor humano, Ele usou o amor de mãe, mas ouso aqui colocar o maior exemplo de crueldade: Aquele em que uma mãe faz de seu filho mais um número da terrível estatística do aborto.